19 agosto 2017

Curso para blogueiras: Técnicas de atração de tráfego


Desde que comecei a nova fase com o blog, como expliquei nesse post, venho me interessado e muito em estudar sobre áreas da blogosfera, e esse curso caiu muito bem para minha necessidade dessa época, perfeito para você que quer aumentar as visualizações no blog!

Sobre o curso
"Este curso, desenvolvido pelo SEBRAE/SC em parceria com a Resultados Digitais, apresenta técnicas para atrair mais visitas para o site da sua empresa, gerando mais oportunidades, tendo o conteúdo como a alma do seu negócio."

O curso é gratuito e online e, mesmo que o ministrante se refira basicamente à empresas que tem sites, é algo totalmente aproveitável por blogueiros, os tópicos são, respectivamente:  Produção de conteúdo, técnicas de S.E.O, compra de mídia digital e métodos não-convencionais para divulgação do conteúdo. Todo o curso é dividido em quatro blocos, tendo ao todo 36 minutos (sim, você pode começar agora mesmo), ministrado por um dos responsáveis do site Resultados Digitais (RD).

O que achei
É incrível que esse tipo de conteúdo esteja tão claro e gratuito na internet, só esperando para que nós assistimos! Eu sempre tive uma impressão que por mais que tenha milhares de blogs falando sobre assuntos da blogosfera, é sempre algo "bom, mas poderia ser mais profundo" como se estivesse escondendo para poder usar o mesmo conteúdo para vender depois, mas não julgo, a pessoa tem que ganhar dinheiro. O que quero dizer é, esse curso apresentou de forma clara o que eu queria saber, e acredito que tem muitas coisas nesse curso que vocês também queiram. 
É rápido, como disse, são 36 minutos e tem um professor ótimo, é lógico que as pessoas não podem assistir esse curso e se contentar, não! É aquelas: assistiu esse curso, assista outros com conteúdo parecido, vai abrangendo a mente sabe? Porque nosso mercado é algo totalmente concorrido, existem milhares, para se destacar você tem que ter com o que e conhecimento para isso.
Anotei muitas coisas no curso, peguei o hábito de fazer coisas que nem sabia que precisava ser feito, e foi muito bom saber que não perdi meu tempo risos.

Recomendo?
Eu recomendo muito! Assistam, anotem, assistam novamente se acharem necessidade, eu anotei em tópicos e utilizei até imagens para melhor compreensão, mas como disse, não parem por aí, tem vários outros cursos para sites no Sebrae, mas você precisa ter paciência para procurar. 

Espero que tenham se interessado no curso ele é ótimo, beijos até a próxima!

12 agosto 2017

Saldo de Julho

saldo de julho, paralisei o bico, saldo do mês, blog lifestyle
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Julho foi mês de férias, como eu amo férias, descansar e reorganizar as ideias foram minhas palavras de ordem de Julho e cumpri bem - mesmo cuidando de uma criança o dia todo, todos os dias :( - o mês foi bom, mas ficou com gostinho de quero mais pelas férias (é tão curto o prazo de duas semanas né?).

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  • A melhor e mais marcante coisa que aconteceu comigo foi eu ter começado um bazar de roupas que tirei do guarda-roupa que não me serviam mais, algumas customizo e outras vendo como comprei mesmo. Eu nunca estive tão empreendedora como agora! Sempre soube que em mim existia uma pequena comerciante - daquelas mão-de-vaca  porém gentis haha.
  • Comprei um celular novo! Ok, confesso que essa foi a mais empolgante, meu celular - modestíssima à parte - é lindo, e como sou diferentona, comprei de uma marca nova, nada de samsung-lg-apple haha. Ele é rosinha e tem todas as qualidades possíveis para um celular, e o melhor de tudo: é até barato para a qualidade que oferece. 
  • Sua cara foi lançada! Eu amo cultura pop e tudo que é pop eu quero, quando soube que minha ídola eterna Anitta e minha paixão Pablo Vittar iriam fazer feat com Major Lazer eu enlouqueci, foi uma tortura esperar o lançamento da música e quando estava para chegar o clipe eu não aguentava mais. O resultado foi ótimo, eu não sei se alguém não gostou, mas como dizia Inês Brasil: quem gostou bate palma, quem não gostou paciência!
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  • Estou a cada dia me organizando melhor, começando a praticar a técnica pomodoris e pretendo criar um Bullet Journal para mim - gente, é muito bonito, estou surpresa como algo pode ser tão útil e bonitinho.
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  • Comecei um cursinho online de Inglês, no Dualingo. Estou separando 15 minutos dos meus dias para estudar no aplicativo, ele é muito interativo e prático e o melhor: é gratuito! Já fazia tempo que sempre me lastimava por um curso de inglês, mas quando parei para pensar sobre como eu podia começar agora mesmo com esse aplicativo, fui à ação, e estou aprendendo bastante - vai uma dica aí para quem quer estudar inglês rápido.
    Meu mês foi esse! E o de vocês, foi bom? 
    Beijos, até mais!

05 agosto 2017

5 coisas que aprendi com Os Dois Mundos de Astrid Jones


Esse livro é um dos mais importantes que já li, sabe quando você lê e absorve cada palavra de cada página? Isso aconteceu comigo lendo esse livro.
Meu motivo principal para ter ele como importante é como ele abriu meus olhos, antes eu era homofóbica e não admitia, depois que li esse livro pude ver claramente que pessoas homossexuais não são criaturas de outro mundo, indignas de respeito ou que está tudo ok eles sofrerem preconceito porque não vivem de acordo com a igreja. Gente vocês não estão entendendo do quanto a vida dá voltas, eu sou tão gay. 

Sinopse
'O movimento é impossível.' É o que Astrid Jones, 17 anos, aprendeu na sua aula de filosofia. E, vivendo na pequena cidade em que mora, ela começa a acreditar que isso é mesmo verdade. São sempre as mesmas pessoas, as mesmas fofocas, a mesma visão de mundo limitada, como se estivessem todos presos em uma caverna, nunca enxergando nada além. Nesse ambiente, ela não tem com quem desabafar suas angústias, e por isso deita-se em seu jardim, olha os aviões no céu, e expõe suas dúvidas mais secretas aos passageiros, já que eles nunca irão julgá-la. Em seu conflito solitário, ela se vê dividida entre dois mundos - um em que é livre para ser quem é de verdade e dar vazão ao que vai em seu íntimo, e outro em que precisa se enquadrar desconfortavelmente em convenções sociais.



5 coisas 
  1. Gays não são só sexo! Eu realmente acreditava que gays eram criaturas de outro planeta, que não tinham sentimentos, necessidades e só pensavam no outro indivíduo como alguém que dá tesão (sim, eu era bem aquela menina "hétero" que acha que a lésbica vai se apaixonar por ela). Por isso, quando eu comecei a ler o livro o choque foi grande: gays são pessoas normais. Há uma parte do livro que Astrid fala sobre a dificuldade das outras pessoas de compreenderem que gay não é só sexo, em uma ocasião específica, sua irmã morre de vergonha por passar diante dela de toalha mas ela se sente muito injustiçada, já que ela não vai olhar com outros olhos o corpo da irmã (ainda mais que, elas cresceram juntas, convivendo no mesmo quarto, trocando de roupa e tudo o mais)
  2. Lésbicas não são nojentas. Fico até constrangida de falar, mas eu era lesbofóbica, realmente não achava legal mulheres masculinizadas ou que, pelo menos, não exploram muito a feminilidade, eu não sei que droga eu fumava (risos) mas dizia a famosa frase "olha, eu respeito viu? Mas não acho bonito" *nojo de mim mesma do passado* Mas claro, não reforçando aqui o esteriótipo que lésbicas são todas masculinizadas, please!
  3. Nossos sonhos não têm limite geográfico. Astrid Jones tinha sonhos: sair da cidade, se tornar independente em Nova Yorque, seguir sua carreira tão sonhada de trabalho, e isso me inspirou muito, me fazendo enxergar que eu podia sim sonhar em morar longe, de ser a melhor jornalista que esse Brasil já viu, de construir uma casa onde eu pudesse ter conforto e aconchego. Esse livro me abriu os olhos para não me importar com o "impossível" e visar que, só é impossível se eu não tentar. 
  4. Você pode enfrentar o mundo sim, é só questão de saber sua força. Já pensaram quantos olhares ofensivos você receberia se se assumisse lésbica e tivesse uma namorada em uma cidade pequena, onde todo mundo se conhece e gosta de falar mal? Pois é, Astrid enfrentou isso, e só provou o quanto ela está disposta a perseguir sua liberdade e felicidade, isso vale e muito para mim, saber que passarei por momentos difíceis, que receberei reprovação, que ninguém vai acreditar em mim, mas que isso é só mais motivos para eu seguir em frente.
  5. Preconceito é a forma mais violenta da violência. Eu pude sentir como se fosse comigo o preconceito que Astrid sofreu, e o que mais doía era como seus pais não a aceitavam, principalmente a mãe, que desde sempre a tratava como inferior e quando descobriu que a filha era lésbica parecia não a enxergar mais. Eu sou uma pessoa que me coloco muito no lugar do outro, então, depois de ver como pessoas homossexuais sofrem por ser quem é, pude melhorar minha perspectiva sobre quem e como eu respeito todas as diversidades das pessoas. 
  6. Bonus: Estejam sempre apoiando, mesmo que indiretamente, a pessoa que está sofrendo rejeição por alguma diversidade. A coisa que Astrid mais sentiu falta, sem dúvidas alguma, foi a falta de pessoas para desabafar e apoiar, tudo bem que ela tinha a melhor namorada do universo.
Esse livro foi o que mais me agregou conhecimento, me fez sentir empatia por um grupo que hoje faço parte, os LGBT+ e recomendo à todos a leitura desse livro incrível que me proporcionou tantas coisas boas e pode te proporcionar também.
Beijos e até mais!

29 julho 2017

Resenha: Série Glow


Glow é uma série para se chamar de girl power e dar graças a Deus! Aquelas de assistir só pra distração, sem pressão nenhuma para terminar logo ou algo assim. É leve e engraçada e o melhor: é uma série feita por mulheres que falam da independência feminina.

O Glow



Na década de 1980 a luta livre - e ensaiada - fez muito sucesso na televisão, porém, as lutas sempre eram protagonizadas por homens. Eis que o idealizador do programa Sam Sylvia propõe uma "entrevista de emprego" para exclusivamente mulheres e explica sobre a luta livre, um grupo das meninas, entre elas a nossa protagonista Ruth, que estão desesperadas por trabalho, aceitam a proposta um pouco maluca de lutar para um programa de tv.


Personagens Principais



Ruth, a protagonista, é uma atriz desconhecida que nunca recebeu um papel importante ou foi reconhecida pelo talento, mas isso não a faz desistir de seu sonho de aparecer na televisão.
Debbie já teve uma carreira consolidada, fez um dos personagens principais numa novela para tv, mas quando ficou doente desistiu da carreira para ter uma vida tranquila casando com seu atual marido que a traiu com sua melhor amiga Ruth.
Sam Sylvia é um fracassado autor de filmes tendo como hobby escrever roteiros exagerados e sombrios, ele fez um acordo com um produtor de programas para fazer um de seus filmes e em troca fazer o Glow para a televisão.

Girl Power na Netflix



O poder das mulheres começa na criação da série: a maioria da direção/produção da série é constituída por mulheres, e a história espelha como o poder das mulheres sempre foi presente independente da época. Vemos isso nos personagens, cada mulher está lutando por sua própria sobrevivência e independência, elas não dependem de ninguém - muito menos homens - e estão sempre prontas para a luta, se esforçando para fazer o melhor para um programa que a maioria das pessoas nem sequer levam a sério, ainda mais feito por mulheres, que são estereotipadas como fracas, dependentes e incapazes.

Cultura da década de 80



Nossa! Eu sempre disse que se eu pudesse, dava uma de Marty Mcfly e nascia nos anos oitenta! Escutar a trilha sonora do spotify e ver as roupas das meninas - eu já estava buscando na internet os maiôs cavados que elas usam - me deixam maravilhada e cheia de amor, por que uma coisa que define essa época é muita criatividade e amor.
Porém, a coisa que fere e fere muito é como uma série que mostra a vida de mulheres do ano de 1984 é tão atual! É lógico que hoje em dia temos mais voz e representação - isso não quer dizer que agora tá tudo bem e é só sentar no sofá, ok? - mas vemos que muita coisa que aconteciam naquela época em relação às mulheres acontecem até hoje, como a traição por parte do marido de Debbie sendo desculpada como "ela não transava mais comigo ou até a decisão dela de desistir dos seus sonhos, por ser muito mais fácil ser uma dona de casa dependente do marido do que uma profissional.

O que achei



Glow é uma série ótima! Como disse, é descontraída, assisti sem pressão ou ansiedade por que forçaram algum suspense, eu gosto muito de assistir coisas leves assim em intervalo de séries mais pesadas. Recomendo muito, é engraçada - quase, é como se fosse algo de dar risadinhas falhas durante o episódio mas quando eles decidem fazer cenas divertidas te deixam gargalhando - e muito bem adaptada entre os anos antigos e a força das mulheres, não as fazendo dependentes de outros homens ou algo assim.

22 julho 2017

Hayley Kiyoko é sobre ser ela mesma


Hayley Kiyoko, além de ser cantora, é atriz também, atuando em várias séries teens e inclusive em três filmes da franquia Scooby-Doo!, tem 26 anos e se assumiu lésbica em setembro do ano passado.
Já fez parte de uma banda, mas sua carreira de cantora decolou mesmo quando solo, tendo seu maior sucesso a música "Girls Like Girls" e três ep's lançados.

  •  EP's

Seus três ep's são bem reconhecidos e elogiados pelos fãs, o primeiro da carreira foi A Belle To Remember - que é também o nome do primeiro single do ep. Dois anos depois, em 2015, foi lançado The Side Of Paradise que deu uma consolidação grande para sua carreira,  extraindo o seu maior sucesso Girls Like Girls. O ultimo Ep divulgado se chama Citrine, e tem a música Gravel To Tempo como destaque.


  • Citrine é a prévia para seu primeiro álbum 


Seu ultimo Ep Citrine e a música Sleepover, são prévias do seu álbum que está previsto para ser lançado ainda em 2017, pelos selos Empire e Atlantic.

Se quiser saber mais da cantora siga seu instagram e seu canal no youtube - que tem clipes impecáveis!
Até a próximos, beijos!